Nem tudo é o que parece ser

Olá olá! Mais uma longa ausência, e aposto que algumas pessoas devem estar um pouco tristes por eu não atualizar este espaço, visto que quase todos os dias tenho quase 40 visualizações do blog ahah
Bem, o que me faz vir aqui hoje é o facto de se terem passados vários acontecimentos na minha vida recente que eu preciso de soltar, preciso de falar sobre isto porque talvez alguém que esteja a ler isto tenha passado pelo mesmo e me possa dar umas dicas de como ultrapassar maia facilmente.

Começando pelo início, eu apaixonei-me por uma pessoa, tudo seria normal se não a tivesse conhecido três semanas antes, o que para mim é impossível, mas devido ao facto de estar com ela todos os dias, de manhã à noite (recomendo a quem quiser, leia o post anterior e vão perceber do que falo) as coisas tornaram-se um pouco diferentes e havia muita pressão. E quando dei por mim, já estava a entrar por caminhos que nunca pensaria voltar a entrar.

Muito bem, era tudo lindo no início....borboletas, arco-íris, unicórnios and sh*t like that, duas pessoas que não se conheciam, não sabiam nada sobre ninguém e deixaram-se levar por esta estupidez que é o "amor", é natural acontecer.

As coisas começaram a tomar outras proporções quando quanto mais nos conhecíamos menos coisas em comum tínhamos, atrás disso vieram as discussões e veio o afastamento. Todos nós erramos, é uma realidade do ser humano, e tanto eu como a outra parte não ficámos livres disso, mas chegou a uma altura em que eu já estava a puxar o barco sozinho e então foi aí que tomei a decisão de acabar tudo.

Num relacionamento tem de haver interesse das duas partes, tem de haver carinho, tem de haver sentimentos e tem de ser vivido a dois, quando alguma coisa falha é porque algo não está bem e no meu caso as personalidades chocavam, então a melhor maneira foi mesmo separar porque já estariamos a entrar naquilo que se chama relacionamento tóxico e não ia ser saudável nem para mim e nem para a outra pessoa.

Regrets? Tenho bastantes, desde o início, mas ao menos não posso dizer que não tentei. Dei quase tudo de mim a uma pessoa que estava disposta a dar um terço e isso não é bom. Durou muito? Mais do que devia. Importavas-te de voltar a ter a amizade dela? Não, ela não me fez mal nenhum!

Por fim, quero deixar um conselho: entrar num relacionamento em que ambas as partes não se conhecem, não é o mais indicado porque tem tudo para falhar e certamente que não duram muito, quem conseguir (neste momento conheço vários em que estão a conseguir dar-se lindamente e têm tudo para serem felizes), muitos parabéns!!

E assim foi mais um post.....espero que alguém goste!

"Hit that like button and Subscribe" 😂😂😂 (vou virar youtuber, mas só depois do artigo 13)

Comentários

  1. Este comentário foi removido pelo autor.

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  2. Uau… lamento que tenhas passado por isso, mas pelo que percebi, o erro foi de ambas as partes: avançaram demasiado depressa, sem darem tempo ao tempo. E como disseste no titulo, nem tudo é o que parece. Talvez não seja o caso de a outra parte não estar disposta a dar tudo de si, podia dar-se o caso de simplesmente não conseguir ou não saber como fazê-lo. Digo isto porque eu também sou assim, por mais que eu queira dar de mim a alguém, simplesmente não sou capaz de o fazer. Já pensaste nisso?

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    1. Foi erro de ambas as partes, concordo. Só não concordo com o que disseste a seguir haha, porque a pessoa disse-me, várias vezes, que era DESNECESSÁRIO dar tudo de si (com isto englobo sentimentos, mostrar que se importa, que se preocupa). Uma coisa é não saber fazê-lo ou não conseguir, outra coisa é achar desnecessário mostrar tais coisas, e a meu ver isso são coisas fundamentais para um bom relacionamento. Enfim, aprende-se com os erros e eu penso ter aprendido muito, isso é o que importa.

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    2. sendo assim, e desculpa dizer isto, ainda bem que aconteceu o que aconteceu. Se a outra parte acha desnecessário dar tudo de si numa relação, então ainda não está pronta para partilhar a vida com alguém.
      Concordo, é bom aprendermos com o que a vida nos tem para dar, mas por vezes é desnecessário sofrimento e angustia, que podiam ter sido evitados

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    3. Tens toda a razão, infelizmente...

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